O diálogo e a cooperação é vital entre as cidades irmãs Ouro Preto e Taxco. #MexicoBrasil

A ciência, a inovação, a cultura e a economia social através dos intercâmbios acadêmicos e culturais são os objetivos da assinatura do irmanamento entre ambas as cidades, com base no diálogo e da cooperação.

Para o Felipe Vecchia, a ciência, a inovação, a cultura e a economia social através dos intercâmbios acadêmicos e culturais são os objetivos da assinatura do irmanamento entre ambas as cidades, com base no diálogo e da cooperação. Isso vai de encontro a proposta do coordenador do projeto Naú Aguilera. Foto: Adir Magno @adirparaagir

Para o Bacharel Sr. Felipe Vecchia, atual secretário municipal de turismo de Ouro Preto, o projeto visa colaboração integral e permanente, que fortalece as relações de irmandade entre México e Brasil através e da cooperação. #MéxicoBrasil representam conjuntamente o 62% do PIB da região,  55% da população e 55% do território de #LATAM. É chegada a hora do diálogo e a cultura da cooperação entre as nações.

Mais que assinar um papel para o Diretor de Turismo Fausto de Castro, estabelecer uma relação entre Ouro Preto e Taxco de Alarcón, deve ir além de uma assinatura de um convênio, onde o vínculo maior é a reciprocidade das ações efetivas.

Mais que assinar um papel para o Diretor de Turismo Fausto de Castro, estabelecer uma relação entre Ouro Preto e Taxco de Alarcón, deve ir além de uma assinatura de um convênio, onde o vínculo maior é a reciprocidade das ações efetivas.

O coordenador do Irmamamento, o historiador Naú Aguilera Álvarez, apresenta as linhas de ações do programa ao diretor de turismo municipal de Ouro Preto, Fausto de Castro. Foto: Adir Magno @adirparaagir

Neste contexto integramos o projeto de irmanar as cidades de Ouro Preto e Taxco de Alarcón, dentro da agenda do diálogo e da cooperação que atualmente assinam os presidentes de ambas nações.

O intercâmbio comercial entre ambos, em 2014, superou amplamente os US$ 9 bilhões e tem crescido quase 10%. O investimento estrangeiro direto acumulado do México no Brasil supera os US$ 30 bilhões, no período 1994-2014. Na vida cotidiana dos brasileiros, os produtos são familiares e também os serviços de diversas empresas advindas desse grande país. Em contrapartida, o investimento estrangeiro direto acumulado do Brasil no México encontra-se em franco crescimento, derivado do maior atrativo da economia mexicana.

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As duas economias mais importantes da América Latina têm ainda amplo potencial para aumentar os intercâmbios econômicos. As cifras atuais dos fluxos de comércio e investimento em diversos setores mostram os resultados do que construímos e, assim, revelam as crescentes oportunidades ao nosso alcance.

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Um diálogo político fortalecido, maior cooperação e mais intercâmbio econômico entre Brasil e México representam rota natural para dois atores-chave com essas características, e isso não será apenas benéfico para ambos, mas também para o conjunto de nações latino-americanas e caribenhas, que hoje se esforçam para obter maiores dividendos da crescente integração.

Os presidentes Enrique Peña Nieto e Dilma Rousseff têm reafirmado o compromisso para impulsionar o diálogo, o intercâmbio e a cooperação bilaterais. Assim foi manifestado na histórica VII Cúpula das Américas, realizada na cidade do Panamá em abril passado. O objetivo da próxima visita de Estado ao México da presidente Rousseff, em maio, é de aproximar mais os dois países e construir as pontes de interlocução e intercâmbio que concretizem o potencial compartilhado tanto no âmbito político quanto no econômico.

Com ênfase nesse tema convidamos a vossa senhoria participar do nosso:

México Global

Para maior aproximação e conhecimento do programa cidades irmãs, o diálogo e a cooperação, fortalece as bases da sociedade como um todo.

 

Fonte: @adirparagir

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É preciso fortalecer o #FMI para ajudar os países em dificuldades, diz Mantega

 

O ministro da Fazenda esteve reunido na tarde desta segunda-feira com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos para debater a relação comercial entre os dois países e uma reforma no fundo monetário internacional

Talita Fernandes

O ministro da Fazenda Guido Mantega e o secretário do Tesouro Americano, Jacob Lew durante encontro em São Paulo

O ministro da Fazenda Guido Mantega e o secretário do Tesouro Americano Jacob Lew durante encontro em São Paulo (Nelson Almeida/AFP)

O ministro da Fazenda Guido Mantega esteve reunido na tarde desta segunda-feira em São Paulo com Jack Lew, secretário do Tesouro dos Estados Unidos. Segundo a assessoria do ministério, o encontro aconteceu depois de Mantega ter cancelado sua participação no encontro do G20, na Austrália, realizado no final de fevereiro, onde a reunião entre os dois deveria ter sido realizada.

Ao final do encontro, Mantega disse que a conversa com o secretário teve como focos a aproximação comercial entre os Estados Unidos e o Brasil e a reforma do Fundo Monetário Internacional (FMI). “Temos uma atuação importante no G20. Há uma convergência entre Brasil e Estados Unidos desde 2009 no sentido de produzir estímulos para que a economia internacional possa se recuperar”, comentou.

Mantega disse ainda que os dois países têm trabalhado conjuntamente para a reforma do Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo o ministro, esse trabalho teve início em 2010, mas precisa ter continuidade para o fortalecimento do fundo. “É importante continuar fortalecendo o FMI para que ele possa ser protagonista quando países entram em desequilíbrio, como é o caso da Ucrânia, que está em uma situação econômica difícil”, comentou.

O secretário do Tesouro norte-americano aproveitou a deixa de Mantega para enfatizar a importância das sanções econômicas à Rússia, anunciadas nesta segunda pelos EUA e pela União Europeia, devido à situação de conflito na Crimeia. “As sanções imediatas demonstram que já estamos impondo custos aos atos provocativos adotados pela Rússia”, disse Lew ao ler um comunicado. “Nossas ações de hoje mostram nosso forte compromisso em responsabilizar aqueles que estão minando a integridade territorial da Ucrânia”, completou.

Parceria comercial – Mantega frisou que os EUA são um importante parceiro comercial para o país e disse ainda que “na situação atual, os EUA devem até ter ultrapassado a Argentina e podem ter se tornado o segundo principal parceiro comercial do Brasil”. Sobre as relações financeiras e econômicas entre os dois países, Lew disse que elas estão “expandindo de forma rápida”.

Mantega aproveitou ainda para comentar a atual conjuntura econômica e disse que, embora perceba que os países ricos, como EUA, Japão e aqueles que compõem a União Europeia estão crescendo, “a recuperação ainda é incipiente”.

O ministro voltou a falar que o mundo vive um período de transição de um período de crise para uma fase de ajustes. “Os países estão reduzindo os estímulos. O Fed está reduzindo e nós também e temos que nos acomodar à volatilidade que esses movimentos têm causado”, comentou. Contudo, para ele, os mercados internacionais já assimilaram a volatilidade provocada pela redução no ritmo de estímulos do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).

Tombini – Antes de se encontrar com Mantega, Lew participou de um encontro com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, na sede do BC. De acordo com a assessoria de imprensa da autoridade monetária, no encontro eles trataram da atual conjuntura da economia internacional. “Eles conversaram sobre as perspectivas das economias norte-americana, brasileira e mundial, e sobre a agenda financeira internacional, incluindo os desafios atuais para solidificar o crescimento econômico e a estabilidade financeira por meio de esforços conjuntos de todos os membros do G20.”

Fonte: VEJA

 

La Internet Society posicionamiento a respecto de la Neutralidad en la Red Washigton DC #FCC

La Internet Society publicó el siguiente posicionamiento de Bob Hinden, Presidente de la Mesa Directiva de la Internet Society:

“Hoy, la Corte de Apelaciones de Washington, D.C. en los Estados Unidos emitió una decisión importante con respecto a las reglas de la Comisión Federal de Comunicaciones sobre una Internet Abierta.

La Internet Society ha sostenido que los principios básicos de transparencia, libertad de elección y acceso sin obstáculos al contenido y a las aplicaciones deberían situarse en el corazón de cualquier política con respecto a la neutralidad de la red.

No obstante el fallo de la Corte, estos principios que han permitido a la Internet crecer, extenderse y conectar personas e ideas alrededor del mundo, permanecen válidos. Cualquier otra cosa pondría en peligro el éxito continuo y la disponibilidad de la Internet como una herramienta para la comunicación abierta y el crecimiento económico.

La Internet Society insta a los actores en los Estados Unidos para que mantengan el enfoque en la necesidad de crear un ecosistema que permita a los usuarios a conservar el control de su experiencia en Internet, empoderándolos para participar en la Internet abierta.”


Traducción: Israel Rosas R.

Fuente: Internet Society Chapter México

 

Un gran salto para el hombre, una pirueta histórica para la publicidad

Felix Baumgartner demostró hace una semana que los límites no existen. Su salto desde la estratosfera, a más de 39.000 metros de altura, supuso un hito para el ser humano. Pero, por encima de todo, fue un punto de inflexión en la comunicación comercial. Este austriaco rompió la barrera del sonido. Red Bull rompió las barreras del marketing. La marca financió este proyecto y la acción se convirtió en una campaña a nivel mundial como nunca antes se había visto.

Hasta ahora, pese a no haber una designación oficial, el consenso en el sector de la publicidad y el marketing es que el mejor anuncio publicitario de la historia fue ‘1984’ de Apple (Macintosh), emitido sólo una vez en televisión, durante la Super Bowl de ese año. Fue visto por más de 96 millones de personas. Fue rodado por Ridley Scott en Londres con un presupuesto de unos 750.000 dólares. TV Guide y Advertising Age lo eligieron como el mejor anuncio publicitario de todos los tiempos.

Ahora, la acción de Red Bull le ha arrebatado ese trono. “Ha sido la acción de publicidad más importante de la historia. Ha desplazado al ‘spot’ del Macintosh”, afirma tajante Gustavo Entrala, CEO de la agencia de publicidad 101. Entrala sabe de golpes de efectos: su agencia metió al Vaticano en Twitter. “Es lo más notoria que se ha hecho en publicidad nunca”.

Durante las más de tres horas que duró la ascensión y caída de Baumgartner, desde cualquier tiro de cámara, en cualquier fotografía, era claramente visible el nombre o el logo de la marca. Aunque los expertos están de acuerdo en que el impacto comercial de esta acción es imposible de cuantificar, debido a su carácter mundial, en los últimos días se han conocido algunos datos que dejan patente los extraordinarios resultados de este anuncio comercial: el salto tuvo más de ocho millones de reproducciones simultáneas durante el ‘streaming’. Fue emitido en directo por 150 televisiones de todo el mundo.

En España, un primer análisis elaborado por Kantar Media cifra en más de siete millones de euros la repercusión en radio y televisión. A esta cantidad habría que sumarle el valor aportado por la prensa, ya que la hazaña fue portada en todos los diarios. La marca no gastó un solo euro en inversión en medios.

No hay cifras oficiales de lo que ha supuesto para Red Bull financiar este salto, pero medios de EEUU y expertos hablan de unos 50 millones, cifra que la marca desmiente. “Es impensable que una firma confiara nunca esa inversión a una campaña de publicidad de un día , pero Red Bull tenía muy bien medido el retorno. Sólo en los ingresos del día después en concepto de derechos puede que ya haya rentabilizado la gesta”, detalla Nuria Catalá, directora de negociación de Equmedia.

Fuente: El Mundo – Raúl Piña | Madrid